Ecad arrecadou R$ 3,7 milhões no segmento música na internet em 2011

Leia abaixo trecho da reportagem publicada na revista da União Brasileira de Compositores (UBC), edição março de 2012, intitulada “Admirável (e lucrativo) mundo novo”.

A arrecadação de direitos autorais no segmento de música na internet teve em 2011 um salto de 48,5% em relação ao ano anterior, segundo o Ecad. Foram R$ 3,7 milhões recolhidos por execuções públicas de obras nas categorias webcasting, simulcasting, ambientação de sites, transmissão de shows e outras modalidades de streaming, a forma mais popular de consumo de música na rede. Trata-se de um segmento cujas regras ainda estão sendo debatidas internacionalmente e que, segundo especialistas, tende a sofrer um processo de legalização, depois de um período de circulação de obras musicais pela rede sem qualquer pagamento de direitos. O panorama é tão animador que o Ecad criou em 2010 um segmento de mídias digitais para otimizar a arrecadação de execuções on-line.

One comment

  1. Não só isso.

    O ECAD celebrou um contato com o YouTube para cobrança por execuções (views) no site.

    Acontece que ninguém ainda teve acesso a esse acordo, sendo que o único pagamento efetuado até agora não traz detalhes de como funcionam os métodos de cálculo para repasses a autores.

    O que se sabe é que estrelas internacionais com Justin Bieber, Rihana, Lady Gaga, dentre outros, lideram entre os que mais faturaram com essa modalidade de recolhimento promovida pelo ECAD.

    O próprio ECAD informou que pagou R$ 1,00 para cada 58mil views.

    São dezenas de informações truncadas que põe em duvida a atuação do ECAD no gerenciamento do sistema de gestão coletiva de direitos autorais.

    O que o músicos e toda a sociedade devem brigar é por um órgão regulador e fiscalizar do ECAD, para que se abra uma das caixas pretas mais antigas e lucrativas do Brasil.

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