Artistas procuram novos modelos de negócios

Da revista Sucesso!, número 142.

LENINE

A exemplo do que aconteceu na gravação do disco Chão, para realizar os novos shows o artista também contará com o apoio de leis de incentivo. A Mameluco Produções, escritório de gerencia a carreira de Lenine, planeja dar início a essa turnê no primeiro trimestre de 2012. “Os custos para organizar um show cresceram bastante, mas o valor do ingresso não. Por isso se tornou indispensável o apoio dessas leis de incentivo. Sem elas, a MPB e outros estilos não teriam retorno em suas turnês, pois a equação logística + valor do ingresso + capacidade da casa + cachê resulta em uma conta que não fecha mais”, justifica o empresário de Lenine, KK Mamoni.

JORGE VERCILLO

Por escolha própria, Vercillo tornou-se um artista independente. Fundou o selo Leve, aliou-se ao escritório Posto 9 (que agora gerencia sua carreira) e lançou o disco Como diria Blavatsky. “Sou grato às oportunidades que tive enquanto fui contratado de gravadoras, mas na independência terei melhores condições de divulgar minha carreira. Isso porque eu mesmo vou gerenciar o investimento para que meu trabalho dê o retorno que almejo. Em gravadoras, o artista fica à mercê do borderô da empresa. Se a verba é insuficiente, um disco com potencial de virar sucesso pode fracassar por falta de divulgação”, comenta.

One comment

  1. Estevão Moura says:

    É importante notar a dinâmica a qual vem passando o mercado de música ja há algum tempo.Artistas, que aos olhos menos criteriosos seriam denominados como “consolidados”, assumem posturas cada vez mais autônomas indicando um caminho quase que natural…

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *